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Concluída em 1580, tombada pelo IPHAN e recentemente restaurada, é um dos melhores exemplos da arquitetura jesuítica no Brasil. A Igreja e Residência dos Reis Magos constitui um dos principais exemplares do patrimônio arquitetônico jesuíta brasileiro, por ser uma das edificações que menos interferências sofreram nos séculos que se seguiram à sua construção. O conjunto arquitetônico também é formado por uma praça e fica situado a 40 metros de altitude em relação ao nível ao mar.

A igreja ostenta, no altar, um retábulo entalhado em madeira de grande valor artístico. O altar da Igreja, construído em 1701, apresenta retábulo entalhado em madeira e, no centro uma obra do pintor frei Belchior Paulo, retratando a adoração dos Reis Magos. O quadro é considerando uma das primeiras pinturas a óleo o Brasil, já que a pintura jesuítica, no Brasil, se inicia em 1587, com a chegada do frei Belchior Paulo.

A aldeia dos Reis Magos começou a ser estabelecida por volta de 1580, a partir da decisão de unificação das aldeias, devido ao número reduzido de jesuítas para atendê-las.

Como as demais edificações jesuítas, as paredes são feitas de pedras, com argamassa de barro, areia, cal de conchas e óleo de baleia. Os pisos são em madeira e o telhado em barro. As janelas da residência se abrem para o mar e para a foz do rio Reis Magos.

Entre as figuras históricas que estiveram na Igreja dos Reis Magos, destacam-se:

• O Desembargador Luiz Tomás de Navarro (1808);
• O Príncipe Maximiliano de Wild-Neiwied;
• O Naturalista Auguste de Saint-Hilaire (1818);
• O Geógrafo Charles Frederik Hart;
• O Pintor francês François Biard (1858);
• Dom Pedro II, (fev/1860) e
• O Bispo D. Pedro Maria de Lacerda (1880).


Fontes:
História da Serra, Clério Borges(www.clerioborges.com.br)
Prefeitura da Serra (www.serra.es.gov.br)

 
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